O Complexo Cultural Estação das Artes foi palco para o coquetel de boas-vindas da 3ª edição da Feira na Rosenbaum que aconteceu nesta quarta-feira, 10 de junho, em Fortaleza. O evento funcionou como um preview que permitiu aos presentes conhecerem, em primeira mão, os designers, artesãos e as novidades desta edição. A feira, que mapeia a produção autoral local e a conecta a uma curadoria nacional, abre oficialmente para o público geral nesta quinta-feira, 11 de junho. O evento reúne o melhor do design independente, artesanato e economia criativa em um dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade.
Estiveram presentes na oportunidade o diretor do Instituto Mirante, Tiago Santana, a vice-prefeita de Fortaleza, Gabriela Aguiar, a secretária de turismo do município, Denise Cará, bem como a secretária de cultura do estado, Gecíola Fonseca, e a presidente da ABIH-CE, Ivana Bezerra.


Fotos: Divulgação
A programação da Feira na Rosenbaum estará aberta ao público nos próximos dias na Estação das Artes (R. Dr. João Moreira, 540 – Centro). O retorno à capital cearense ocorre após a receptividade das duas primeiras edições realizadas na cidade. A estreia aconteceu em 2024, no Museu da Indústria, reunindo criadores do Ceará e de diferentes regiões do país. Em 2025, a Feira ocupou o Complexo Cultural Estação das Artes, espaço cultural que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais do Governo do Ceará, vinculada à Secretaria da Cultura do Ceará, e é gerido em parceria com o Instituto Mirante de Cultura e Arte. Agora, a Feira volta ao espaço para dar continuidade à relação construída com Fortaleza e com a cena criativa local.
A presença da KUYA – Centro de Design do Ceará, localizada dentro do Complexo Cultural Estação das Artes, também amplia o diálogo da Feira com a produção local. Equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará, gerido pelo Instituto Mirante, a KUYA é dedicada à valorização e difusão do design feito no Estado, com ações ligadas à memória, reflexão, inovação, formação, exposições, feiras e economia criativa.
A Estação das Artes, por sua vez, se soma à programação com atividades de discotecagem durante os dias de Feira. Este equipamento do complexo é palco semanal para difusão e fomento da arte cearense, com atividades gratuitas e acessíveis, em um lugar que possibilita a conexão dos públicos com o patrimônio histórico e cultural, material e imaterial do Ceará.
A edição também conta com a participação da CEART, Central de Artesanato do Ceará, criando uma conexão direta com os saberes manuais do Estado e com a produção artesanal de seus diferentes territórios. Neste ano, essa aproximação ganha contornos específicos a partir do Cariri, região que atravessa a curadoria, a identidade visual e a narrativa da edição. A proposta aproxima o público de técnicas, materiais e referências culturais ligadas à região, marcada por tradições populares, religiosidade, festas, produção em barro, madeira, fibras e outras práticas que integram a história do artesanato cearense.
