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Mês das Crianças: advogada explica os direitos fundamentais que garantem a proteção infantil

Além da diversão, o Mês das Crianças também reacende os debates sobre os direitos que garantem a proteção dos pequenos contra abusos, violências e demais formas de negligência. Afinal, estamos falando de um público ainda muito vulnerável e invisibilizado quando se trata de segurança doméstica e pública. Dados mostram que mais de 15 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil nos últimos três anos, segundo o UNICEF e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 

A advogada Carolina Barreto, especialista em Direito de Família e Empresarial,  destaca a importância de conquistas recentes, como a Lei Henry Borel, e as já consolidadas, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, que garantem a proteção e os direitos fundamentais das crianças no Brasil. 

“Temos diversas legislações que foram criadas para assegurar a segurança, o desenvolvimento saudável e a integridade dos menores, além de prevenir situações de violência. Uma das mais recentes é a Lei 14.826/2024, que incentiva a parentalidade positiva, promovendo o direito ao brincar como uma forma de prevenir a violência infantil. Essa lei reforça a necessidade de criar ambientes saudáveis para o desenvolvimento das crianças, protegendo-as de abusos e agressões desde a primeira infância”, afirma Carolina.

A advogada destaca ainda a Lei 13.431/2017, que garante a escuta protegida, oferecendo um ambiente acolhedor para que crianças e adolescentes possam depor sem reviver traumas em audiências comuns. “A proteção durante o depoimento evita a revitimização e assegura um tratamento mais humano, essencial em casos de violência ou abuso”, destaca Carolina Barreto

Além disso, o Art. 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), previsto na Lei nº 8.069/90, estabelece a proteção contra qualquer forma de negligência, violência e opressão, punindo atentados aos direitos fundamentais da criança.

Outra legislação de grande relevância é a Lei nº 14.344/2022, conhecida como Lei Henry Borel, que estabelece medidas protetivas semelhantes à Lei Maria da Penha, além de considerar crime hediondo o assassinato de menores de 14 anos. “Com essa lei, o Brasil deu um passo importante para coibir a violência doméstica e proteger a infância de forma mais rigorosa. Essas leis reforçam o compromisso do país em garantir um ambiente seguro e promissor para o desenvolvimento infantil”, finaliza Carolina.

By Jordan Vall

É jornalista, com uma maior atuação na cultura e entretenimento. Deu início a sua carreira na televisão, na TV Unifor, como produtor, repórter e apresentador do principal jornal da emissora universitária. O profissional já foi produtor e comentarista de um quadro do Programa Matina, na TV União. No “Deu O Que Falar”, quadro semanal da emissora aberta, comentava sobre o mundo dos famosos, levava pautas relevantes para a sociedade, através das notícias das celebridades. Foi durante 2 anos, produtor, diretor e repórter na TV Otimista e atualmente é assessor de comunicação, CEO na Assertiva Comunicação e Colunista do Portal Conexão Magazine (Portal de Notícias no Rio de Janeiro). O jornalista também é Host do Podcast @podnoscontar. Como amante da moda, foi convidado para ser jurado da 6ª edição do Salão de Moda Ceará. Além de todas essas atuações, Jordan é CEO/Fundador e repórter no IN Fluxo Portal, tratando de pautas culturais, cobertura de eventos e muito mais. O profissional também atua como modelo e influenciador digital. Instagram: @jordan_vall / contato comercial: jordanvall@influxoportal.com

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