A partir de 1º de abril, os preços dos medicamentos no Brasil terão um reajuste médio de 3,48%. Esse aumento, realizado anualmente pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), leva em consideração o aumento dos custos de insumos e as alterações no mercado interno.
Maurício Filizola, diretor do Sincofarma (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Ceará) e da Confederação Nacional do Comércio (CNC), destaca que esse é o menor reajuste médio dos últimos sete anos. Ele, que também preside a Rede de Farmácias Santa Branca, orienta os consumidores a pesquisar em busca dos melhores descontos e explica que, para mitigar o impacto do aumento, sua rede de farmácias está ampliando o estoque, garantindo que os preços não precisarão ser ajustados a curto e médio prazo.
“Outra dica importante para os consumidores é optar pelos medicamentos genéricos, que por lei são, em média, 35% mais baratos do que os de marca”, acrescenta Mauríco Filizola.
O reajuste afetará todos os medicamentos de prescrição médica regulados pela CMED. As farmácias poderão aplicar o reajuste após a publicação no Diário Oficial da União, que deve ocorrer até hoje, 31 de março.