Foto: @pridiabr
Há em Fortaleza uma luz que parece conversar com a alma de Gilberto Gil. Talvez seja o vento que sopra do mar, o calor das ruas ou a alegria de um povo que sempre faz com que ele se sinta em casa. Desde as primeiras apresentações na capital cearense até passagens mais recentes por projetos culturais e shows, Gil construiu uma relação de afeto e reciprocidade com a cidade que atravessa gerações. A sua última turnê, TEMPO REI, marca o retorno do cantor à Fortaleza para celebrar e agradecer por meio de duas apresentações no Centro de Formação Olímpica, nos dias 15 (esgotado) e 16 de novembro. Poucos ingressos ainda estão disponíveis para o show de domingo (16) e podem ser adquiridos no site da Eventim (acesse aqui).
TEMPO REI é realizada pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, em parceria com a Gege Produções Artísticas, e passa por 10 capitais brasileiras. É apresentada pelo Banco do Brasil; com patrocínio master dos Correios; Rolex como Relógio Oficial; e tem a Estrella Galicia como cerveja oficial. Como apoiadores, a tour conta com o WhatsApp, Smiles e GAC; os cartões Banco do Brasil Ourocard Visa são o meio de pagamento oficial.
A turnê que percorre o Brasil ganhou como símbolo um vórtex de LED suspenso que fica posicionado no centro do palco. É uma estrutura inédita que ajuda a contar uma história, mas a narrativa apresentada não é linear, afinal o tempo jamais foi óbvio na perspectiva da obra do artista. As imagens ali projetadas se mesclam aos telões ao fundo, e a riqueza de detalhes transforma a experiência em algo profundamente pessoal para cada pessoa presente. Gil se posiciona embaixo do vórtex, quase como se representasse o elo entre o esotérico e o terrestre. Antes de cantar “Aqui e Agora”, ele costuma afirmar: “essa é a despedida dos grandes espetáculos que venho fazendo nesses 60 anos. Estarmos aqui juntos é o sentido profundo de eu ter me dedicado a essa carreira”.
Outras características que marcaram a carreira de Gilberto Gil, para além da música, surgem em TEMPO REI, como a presença de filhos, netos e familiares na banda que roda o país ao seu lado. O caráter agregador, generoso e curioso a novidades se reflete nas participações especiais que Gil já recebeu desde a estreia da turnê. Vale lembrar que é sempre uma surpresa para o público, já que os nomes não são revelados com antecedência. Chico Buarque e Caetano Veloso são dois dos seus contemporâneos que estiveram presentes na passagem da tour pelo Rio de Janeiro, cidade que também teve Marisa Monte em uma das ocasiões. Russo Passapusso e Liniker estiveram em Salvador e São Paulo, respectivamente, e representaram a nova geração de artistas brasileiros com grandiosidade.
As tentativas para definir o espetáculo são muitas, algumas técnicas, outras mais poéticas. Todas valem. O jornal Folha de S. Paulo descreveu: “A voz ainda é firme, o sorriso é franco, o discurso é gentil e amoroso, e a postura, serena. Gil se mostra ao público como a figura elegante que todos acompanharam por anos. É o Gil da música, da poesia e das discussões sobre física, política, macrobiótica, ioga. É o Gil que todos conhecem dando seu adeus”. Vale também… e muito!
Com direção artística de Rafael Dragaud, direção musical de Bem Gil e José Gil e acompanhado por uma mega banda composta por Bem Gil (guitarra/baixo), José Gil (bateria), João Gil (guitarra/baixo), Nara Gil (voz), Mariá Pinkusfeld (voz), Diogo Gomes (sopro), Thiago Oliveira (sopro), Marlon Sette (sopro), Danilo Andrade (teclado), Leonardo Reis (percussão), Gustavo Di Dalva (percussão), Mestrinho (sanfona) e ainda um quarteto de cordas, Gilberto Gil faz de seu espetáculo uma celebração imersiva e sensorial da entidade mais intrigante da experiência humana: o TEMPO. Lembrando que, para Gil, o tempo é simplesmente o AGORA. E esse é o convite e a proposta do artista: embaralhar as cartas de sua própria história e viver, junto com seu público, um espetáculo que o Brasil e o mundo irão guardar para sempre na memória.
Vendas online em: eventim.com.br/giltemporei
