• sex. abr 4th, 2025

InFluxo Portal

O portal de notícias que traz o melhor da cultura, moda, saúde, bem-estar, economia e muito mais!

Especialistas explicam como batalhas judiciais entre casais afetam as crianças

Quando as questões familiares são judicializadas e as crianças ficam no centro das discussões, as repercussões processuais podem causar efeitos danosos ao psicológico delas. Ações de divórcio litigioso, guarda e alimentos, por exemplo, estão entre as mais acaloradas disputas jurídicas.

Os direitos da criança são os mais delicados da situação em questão e, por isso, se impõe, em várias situações, o próprio depoimento do menor. Com isso, ao lado de outros mecanismos processuais como a busca e apreensão e o regime imposto de convivência e visitas, pode, no entanto, perturbar o bem-estar dela.

A advogada especialista em Direitos de Família e Sucessões e sócia do escritório Lemos & Ghelman, Débora Ghelman explica que “A própria entrevista social-psicológica – essencial para a maioria das ações familiares envolvendo interesse de menores — pode impactar negativamente o emocional da criança que ainda se encontra em processo de formação, e os litígios familiares constituem situação atípica no desenvolvimento psíquico delas”.

Um exemplo de proteção do menor envolvido é o estímulo feito pelos magistrados. Bianca Lemos, sócia da Lemos & Ghelman conta que “o próprio Código de Processo Civil dispõe que, ao realizar audiências de conciliação e mediação, antes de qualquer resposta do réu no processo, deve ser priorizada a tentativa de celebração de acordo em qualquer tipo de demanda familiar, em nome de um esforço para evitar que a criança seja afetada pelo sofrimento, causando-lhe traumas emocionais”.

Por isso, os objetivos das demandas de família devem ser diferentes, pois a institucionalização da briga apenas posterga a confusão e traz mal-estar ao menor. As advogadas finalizam afirmando que, “de forma contrária, o envolvimento da criança nas situações de embate entre os pais e parentes deve ser reduzido ao mínimo possível – tanto pelos advogados das partes, quanto pelo próprio juiz – para que o zelo à sua integridade psico-física seja mantido em claro atendimento ao melhor interesse do menor”.

By Jordan Vall

É jornalista, com uma maior atuação na cultura e entretenimento. Deu início a sua carreira na televisão, na TV Unifor, como produtor, repórter e apresentador do principal jornal da emissora universitária. O profissional já foi produtor e comentarista de um quadro do Programa Matina, na TV União. No “Deu O Que Falar”, quadro semanal da emissora aberta, comentava sobre o mundo dos famosos, levava pautas relevantes para a sociedade, através das notícias das celebridades. Foi durante 2 anos, produtor, diretor e repórter na TV Otimista e atualmente é assessor de comunicação, CEO na Assertiva Comunicação e Colunista do Portal Conexão Magazine (Portal de Notícias no Rio de Janeiro). O jornalista também é Host do Podcast @podnoscontar. Como amante da moda, foi convidado para ser jurado da 6ª edição do Salão de Moda Ceará. Além de todas essas atuações, Jordan é CEO/Fundador e repórter no IN Fluxo Portal, tratando de pautas culturais, cobertura de eventos e muito mais. O profissional também atua como modelo e influenciador digital. Instagram: @jordan_vall / contato comercial: jordanvall@influxoportal.com

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *