A segunda edição do Mutirão do Eletrônico, iniciativa do Magalu em parceria com o Movimento Circular, que acontece na zona norte de São Paulo, soma 102 escolas inscritas na capital paulista, sendo 10 do Centro Paula Souza, 24 particulares e 68 estaduais. A mobilização envolve 408 gestores, coordenadores e educadores. A formação desses profissionais para atuação no projeto já foi iniciada. A ação conta, ainda, com parceria da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), da Diretoria de Ensino da região, vinculada à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, e do Centro Paula Souza, responsável pelas ETECs.
Desde 2021, o programa de logística reversa do Magalu já coletou e destinou para a reciclagem cerca de 113 toneladas de resíduos eletroeletrônicos. Hoje a companhia disponibiliza pontos de coleta desses materiais em todas as lojas físicas – cerca de 1245 em todo o país.
“Esse tipo de mobilização ajuda as pessoas a se livrarem de produtos que já não usam mais e muitas vezes não sabem onde descartar corretamente”, diz Luiza Helena Trajano. “Quando professores e estudantes se engajam, tudo acontece. A escola tem o poder de envolver famílias, vizinhos e toda a comunidade para cuidar do nosso planeta”.
Como vai ser?
Para 2025, a iniciativa conta com o apoio do Movimento Circular no engajamento e na formação de professores e alunos em temas como economia circular, consumo consciente e reciclagem.
Com o cadastro das escolas no projeto, a coleta dos eletroeletrônicos acontece entre 15 e 30 de setembro. Antes disso, o Movimento Circular conduz uma etapa de capacitação dos professores, que já começou, para que sejam agentes multiplicadores do tema dentro das escolas, junto aos estudantes.
“O Mutirão do Eletrônico é mais do que uma ação pontual: é uma oportunidade de educar para o futuro, gerar impacto positivo e engajar a comunidade escolar em práticas sustentáveis”, afirma Vinicius Saraceni, do Movimento Circular. “Temos muito orgulho de fazer parte desse projeto.”
Após o encerramento da fase de arrecadação, os resíduos serão pesados e encaminhados pela ABREE às empresas recicladoras parceiras. Esses parceiros são responsáveis por separar os componentes e garantir a destinação ambientalmente adequada de cada material coletado.
Para Robson Esteves, presidente da ABREE, o propósito da entidade é fazer com que a logística reversa seja cada vez mais discutida na sociedade e incorporada à formação dos jovens. “Iniciativas como esta reforçam a importância do descarte ambientalmente correto de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, promovendo um impacto positivo e despertando um engajamento coletivo em prol de práticas sustentáveis.”
Sobre o Movimento Circular
O Movimento Circular é um catalisador da transição para a economia circular na América Latina. Atua como um ecossistema colaborativo que impulsiona mudanças reais por meio da educação, comunicação, cultura e inovação, promovendo espaços de diálogo, conhecimento acessível e articulação entre diferentes setores da sociedade.
Reconhecido como a maior iniciativa aberta de educação para a Economia Circular na região, conecta pessoas, empresas, organizações e o poder público, formando redes de colaboração que valorizam a diversidade de olhares e soluções locais. Já impactou milhares de pessoas por meio de dezenas de ativações, projetos e programas desenvolvidos — sempre com a convicção de que a colaboração é o caminho para um futuro onde tudo se transforma e nada mais vira lixo. Saiba mais: https://movimentocircular.io/
